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Bastidores e Balanços: O novo roteiro da Netflix entre cortes, esportes ao vivo e o ceticismo das redes

Cortes, Copa do Mundo e telas infinitas: os bastidores do momento mais desafiador da gigante do streaming.

Bastidores e Balanços: O novo roteiro da Netflix entre cortes, esportes ao vivo e o ceticismo das redes

A Netflix divulgou seus resultados financeiros e mostrou que o faturamento cresceu quase 12% em um ano. Só que, por trás dos números, esse foi o ritmo de crescimento mais fraco dos últimos três anos. No mercado financeiro, a situação pesa: as ações da empresa acumulam queda de 24% em 2026, com dificuldades para atrair novos clientes.

Para tentar reorganizar a casa, a gigante do streaming cortou cerca de mil empregos — o maior corte de pessoal desde 2022 — e demitiu dois grandes executivos. Ao mesmo tempo, busca renovar o catálogo e segurar o público que passa cada vez mais tempo consumindo vídeos curtos nas redes sociais.

Enquanto isso, a empresa aposta em novas frentes, como a transmissão de eventos esportivos ao vivo (com direito à compra dos jogos da Copa do Mundo de 2030 para Espanha e Andorra) e a chegada de Peter Rice, ex-executivo da Disney e da Fox, para comandar um orçamento global de conteúdo de US$ 20 bilhões.

Nas redes sociais, como o X (antigo Twitter), o clima é de debate intenso. Os usuários reclamam bastante do preço alto das assinaturas e das restrições de compartilhamento de senhas, enquanto muitos apontam que o catálogo atual perdeu o fôlego diante da concorrência de plataformas de vídeos curtos. As demissões em massa também viraram alvo de críticas e preocupação entre profissionais de tecnologia, mostrando que os desafios da empresa vão muito além das telas.

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