segunda-feira, 26 de outubro de 2026 | Boa Vista, RR
INVISTA EM RORAIMA. O FUTURO DA AMAZÔNIA
COMEÇA AQUI.
INVESTE
RORAIMA
SAIBA MAIS
Cotidiano

Mesmo que breve: Exposição em Boa Vista dá visibilidade a histórias de amor, memória e luto parental

O evento será realizado nesta sexta-feira (16), das 9h às 18h, no Centro Amazônico de Fronteiras da Universidade Federal de Roraima (CAF/UFRR).

Mesmo que breve: Exposição em Boa Vista dá visibilidade a histórias de amor, memória e luto parental

Mesmo que breve: Exposição em Boa Vista dá visibilidade a histórias de amor, memória e luto parental

Com a proposta de que algumas vidas duram apenas alguns instantes mas deixam marcas eternas, Boa Vista se prepara para receber a exposição gratuita “Mesmo que breve” no Centro Amazônico de Fronteiras da Universidade Federal de Roraima (CAF/UFRR).

A iniciativa é organizada pela médica e escritora Jade Forechi e pela dentista e fotógrafa Yasmin Denizard, integrantes do projeto Filhos Invisíveis. Ambas idealizaram o evento a partir de vivências pessoais de perda gestacional e neonatal, transformando a dor em acolhimento e valorização da memória de crianças que partiram precocemente.


Arte, sensibilidade e acolhimento

A programação foi pensada para sensibilizar a sociedade sobre o luto materno e familiar, a preservação de memórias e a importância de reconhecer a história de cada criança, independentemente do tempo de vida.


  • Exposição Fotográfica: O hall de entrada do CAF abrigará 32 fotografias de 2 metros cada, retratando histórias de famílias acolhidas pelo projeto.
  • Abertura e Meditação: A abertura oficial ocorre às 9h, seguida por uma meditação guiada ao som de violoncelo na sala de cinema.
  • Linguagens Artísticas: O evento integra apresentações de música, dança, teatro e a exibição da narrativa audiovisual "Eles Estiveram Aqui", que reúne imagens, vozes e memórias de famílias atendidas.

Aula principal: "A última memória"

No período da tarde, a partir das 16h30, as organizadoras conduzirão a aula principal intitulada “A última memória”. O momento contará com o compartilhamento de vivências pessoais, relatos de outras mães e detalhes sobre a produção dos registros fotográficos.

Como a participação é limitada a 120 pessoas, os interessados devem garantir a vaga por meio do formulário de inscrição online 7.


Impacto social e saúde mental

Mais do que uma homenagem artística, o projeto busca ampliar o debate público sobre a saúde mental materna e a necessidade de políticas públicas voltadas para famílias enlutadas.

Os recursos obtidos por meio de parcerias com profissionais e empresas da região, somados a uma rifa solidária, são direcionados à continuidade das ações do projeto. Um dos principais focos é a aquisição de caixas de memórias, entregues às famílias atendidas para ajudar a preservar recordações tangíveis de seus filhos.


Serviço:

  • Onde: Centro Amazônico de Fronteiras da UFRR (CAF/UFRR) — Boa Vista, RR
  • Quando: Sexta-feira, 16 de outubro, das 9h às 18h
  • Quanto: Entrada gratuita (Inscrições limitadas para a aula da tarde via link de inscrição 7)


Com a proposta de que algumas vidas duram apenas alguns instantes mas deixam marcas eternas, Boa Vista se prepara para receber a exposição gratuita “Mesmo que breve”. O evento será realizado nesta sexta-feira (16), das 9h às 18h, no Centro Amazônico de Fronteiras da Universidade Federal de Roraima (CAF/UFRR).

A iniciativa é organizada pela médica e escritora Jade Forechi e pela dentista e fotógrafa Yasmin Denizard, integrantes do projeto Filhos Invisíveis. Ambas idealizaram o evento a partir de vivências pessoais de perda gestacional e neonatal, transformando a dor em acolhimento e valorização da memória de crianças que partiram precocemente.


Arte, sensibilidade e acolhimento

A programação foi pensada para sensibilizar a sociedade sobre o luto materno e familiar, a preservação de memórias e a importância de reconhecer a história de cada criança, independentemente do tempo de vida.


  • Exposição Fotográfica: O hall de entrada do CAF abrigará 32 fotografias de 2 metros cada, retratando histórias de famílias acolhidas pelo projeto.
  • Abertura e Meditação: A abertura oficial ocorre às 9h, seguida por uma meditação guiada ao som de violoncelo na sala de cinema.
  • Linguagens Artísticas: O evento integra apresentações de música, dança, teatro e a exibição da narrativa audiovisual "Eles Estiveram Aqui", que reúne imagens, vozes e memórias de famílias atendidas.

Aula principal: "A última memória"

No período da tarde, a partir das 16h30, as organizadoras conduzirão a aula principal intitulada “A última memória”. O momento contará com o compartilhamento de vivências pessoais, relatos de outras mães e detalhes sobre a produção dos registros fotográficos.

Como a participação é limitada a 120 pessoas, os interessados devem garantir a vaga por meio do formulário de inscrição online 7.


Impacto social e saúde mental

Mais do que uma homenagem artística, o projeto busca ampliar o debate público sobre a saúde mental materna e a necessidade de políticas públicas voltadas para famílias enlutadas.

Os recursos obtidos por meio de parcerias com profissionais e empresas da região, somados a uma rifa solidária, são direcionados à continuidade das ações do projeto. Um dos principais focos é a aquisição de caixas de memórias, entregues às famílias atendidas para ajudar a preservar recordações tangíveis de seus filhos.


Serviço:

  • Onde: Centro Amazônico de Fronteiras da UFRR (CAF/UFRR) — Boa Vista, RR
  • Quando: Sexta-feira, 16 de outubro, das 9h às 18h
  • Quanto: Entrada gratuita (Inscrições limitadas para a aula da tarde via link de inscrição 7)


WhatsApp Envie sua denúncia